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O ipê-amarelo (Tabebuia chrysotricha) é uma árvore brasileira, descrita originalmente em 1845 por von Martius como Tecoma chrysotricha. Outros nomes populares: aipê, ipê, ipê-amarelo-da-mata, ipê-amarelo-paulista, ipê-do-campo, ipê-do-morro, ipê-tabaco, pau-mulato.

Da energia se fez a vida

Na guerra pelo progresso, o homem não mede esforços e as conseqüências dos seus atos. O importante é avançar. Numa batalha desigual, destrói insanamente os recursos naturais, essenciais à sobrevivência. A resposta da natureza pode até demorar, mas não falha. As vezes, é imediata, intrigante ou mesmo desaficdora. Só precisamos interpretá-la.

Num ato silencioso e inusitado, ele respondeu aos afiados machados e às violentas motosserras, maiores formas do desrespeito destruidor. Insistiu e exigiu seu espaço para expor a beleza de suas flores e a generosa sombra da sua copada, numa grande demonstração de energia e desejo de viver.

Derrubado e transformado em poste para suporte dos fios da rede elétrica, o Ipê amarelo não se entregou. Com uma reação estupenda, recuperou sua pompa e reinado de árvore símbolo nacional. Rebelou-se à condenação injusta, criou suas raízes no solo e voltou a reinar absoluto, esbanjando alegria e beleza com sua identidade marcante.

Reconsiderando o seu ato, o homem decidiu transferir a rede elétrica a um poste de concreto instalado ao lado. Agora o Ipê reina livre dos fios.

Este Ipê, que pode ser honrado com "I" maiúsculo, é uma atração pública em Porto Velho, capital de Rondônia, distante 3.500 quilômetros de Porto Alegre.

Doce privilégio dos moradores do bairro, a exemplo do fotógrafo amador Leandro Barcellos, gaúcho de Passo Fundo que reside em Porto Velho e nos cede a imagem para saboreio dos eletricitários gaúchos.

Com forte herança dos povos latinos, durante algumas décadas, Rondônia exerceu forte poder de atração sobre sulistas e nordestinos para exploração mineral, extrativismo e agricultura, desenvolvendo uma nova cultura miscigenada.

Não aceitando a imposição do homem, o Ipê fincou pé e readquiriu vida.

Fonte não verificada, foto e texto encontrados na internet

sexta-feira, 1 de outubro de 2010 0 comentários LER MAIS

Entrevista realizada no dia 1° de outubro de 2010 com o estagiário voluntário Wesley Johnny da Silva e Santos, que cursa o 2° semestre do curso de Ciências Biológicas no Ifes campus Santa Teresa.

* Wesley, porque escolheu ser voluntário no laboratório de sementes?

- Possuo uma afinidade com a area florestal e o laboratório de sementes foi o que mais me atraiu devido a seus projetos atuais de recuperação de áreas degradadas.

* Você faz parte de uma equipe de beneficiamento de sementes, você acha que isso tem contribuído para melhorar seu trabalho em equipe, sendo essa uma qualidade muito visada atualmente pela maioria das empresas?

- Sim, pois é uma boa equipe e tem cumprido suas tarefas de forma harmônica. Sempre gostei de trabalhar em equipe porque este faz com que um assunto possa ser discutido e assim surgirem várias idéias diferentes.

* Mesmo trabalhando de forma voluntária você recomenda que outros alunos trabalhem em diversas areas da escola em seu periodo livre?

- Sim, pois a minha experiência com recuperação de áreas degradadas aumenta a cada dia e como eu disse anteriormente, minha especialização num mestrado ou doutorado vai ser na área de botânica e aqui eu aprendo a cada dia uma nova espécie de árvore, ou seja, o trabalho voluntário enriquece o modo de pensar em equipe e favorece seu conhecimento na área trabalhada.

* Como você se imagina profissionalmente a daqui 5 anos?

- Se tudo der certo quero estar indo para o meu mestrado que com certeza será na área de botânica, e através do laboratório (onde aprendo a cada dia) eu me vejo com uma tese ja feita.

* Trabalhar em um laboratório é uma tarefa muito difícil?

- Não, mas quando via homens e mulheres todos de jaleco na televisão mexendo com equipamentos com nomes dificeis eu pensava que era mais dificil e agora sabendo como funciona, é moleza.

* Para finalizar, você tem um recado para seus colegas da escola?

- Trabalhando no laboratório enriqueço minha experiência com espécies florestais e áreas degradadas onde vou somando conhecimento para um trabalho de conclusão de curso, mestrado, doutorado e um pós-doutorado, resumindo, para todos aqueles que tem o objetivo de ajudar o meio ambiente, venham para o laboratório de tecnologia e produção de sementes.

* Deseja participar das atividades do laboratório como voluntário? procure Prof. Robson e o Tec. Laércio para saber detalhes.

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